sábado, 14 de julho de 2012

Considerações finais e planos futuros


O que podemos dizer dessa viagem? Falar que foi FODA é muito pouco.
É complicado chegar assim na cara e na coragem, sem saber direito no que a gente tava se metendo... mas a pesquisa foi fundamental, apesar do pouco tempo de preparo e apesar de tudo que a gente perdeu por não ter assim todas as informações. Mas com certeza da próxima vez, estaremos preparadas.
Parece arrogância falar que aprendemos tudo em uma única ida pra lá, né? Mas é que na verdade, é tudo muito simples se você pegar as manhas.
NY então, depois que a Gabi explicou direitinho, ficou tão mais fácil, brigada Gabi! Suas dicas foram ouro! O Guga também deu as melhores dicas de lugares pra comer e comprar.
Aprendi coisas demais ali. Que o preço da vitrine nunca é o preço final e eu não sei calcular o imposto. Que os americanos têm fama de grossos mas todos que eu conheci foram super educados. Que em Nashville eles importam os taxistas da África e Arábia. Que o carro mais comum ali é o Camaro. Que os artistas ficam postando no Facebook onde vão estar, então é bom ter acesso à internet e checar isso a toda hora. Que se você tem um celular de lá, pode participar de um monte de promoções. Que a comida de Nashville não é tão boa, com exceção do The National Underground, que tem o melhor cheeseburger do mundo. Que se você vai sair numa cidade que não conhece, não basta ter o nome do lugar, pegue o endereço porque pode ser que ninguém vivo saiba onde fica o local. Enfim, tudo é aprendizado e da próxima vez estamos vacinadas.

Enfim, queremos voltar para o festival assim que possível, mas a próxima viagem planejada inclui Las Vegas e Los Angeles. Acho que não dá pra incluir Nashville nessa. Só se pudermos fazer LA e LV em menos de uma semana no total, não sei.
Pessoas que já foram pra Vegas e/ou LA, dicas? Tá, eu sei que é só em 2014 (antes disso, só se eu ganhar na mega sena), mas depois dessa, eu quero estar bem preparada.
E QUERO TODO MUNDO INDO JUNTO, PORRA! Vão juntando suas moedinhas, vendendo bala no semáforo, TONEMAÍ.
Comentem com as dicas, que época é melhor pra ir, quem vai, bla bla bla. GO!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

The Big Apple


Terça era dia de NYC! Pegar o avião e simbora!
Chegamos, largamos as coisas no quarto e bora achar uma loja de roupas. Perguntamos pra mocinha da recepção onde tinha uma Century 21. Ela ensinou como pegar o metrô, onde tinha que descer, bla bla bla, e fomos. Eu pirei com os preços uhahuahuahuau
Logo nessa primeira saída já vimos que tinha muito brasileiro na cidade... em cada arara de roupas tinha alguém falando português. Nunca vi. Comprei um tênis lindo da Guess e a Cah comprou um Nike Shox. Entre os dois, 200 reais. A gente aprendeu que ali, se comparar com o preço daqui, TUDO é muito barato, então não dava pra sair comprando tudo, senão a grana acabaria logo (e não teríamos como carregar tudo). O negócio foi cair na cama e descansar.
No dia seguinte, Madame Tussauds. O famoso museu de cera. Como praticamente tudo em NY, encontramos por acaso. A gente tinha o endereço, mas tava difícil se encontrar numa cidade logo nos primeiros dias. Decidimos ir andando e procurar outra coisa, e quando vimos, o museu ali na nossa frente. O negócio é gigante e MUITO do legal! Mas não basta tirar foto bonitinha do lado das estátuas dos artistas. O negócio é imitar as poses, puxar cabelo e afins. Tem umas estátuas mais ou menos, mas tem umas MUITO parecidas, muito reais. Vale cada centavo gasto, mas pra quem vai sozinho é foda, pq o legal não é vc tirar foto das estátuas e sim aparecer nelas.
Depois de mais umas voltas por aquelas bandas, fomos jantar no Bubba Gump, restaurante super indicado pelo Guga, que naquele dia felizmente tinha pouca fila. É inspirado no filme Forrest Gump e a comida é boa. Pelo menos o prato que eu pedi era gostosinho, nada demais, mas vem bastante. Eu gostei de como o garçom simplesmente puxou uma cadeira e ficou batendo papo enquanto a gente escolhia. Tem uns drinks em copo com luzinhas, eu pedi um e ele deu um pra Cah de brinde. Não é dos mais baratos, mas fica bem na Times Square, a vista é ótima, é bem de frente pros estúdios da ABC.
Enfim, no dia seguinte, resolvemos ir até a estátua da liberdade, mas né, ela tá fechada pra reforma e bla bla bla. Eu que não ia pagar um monte pra tirar foto do pé da estátua sem subir, então pegamos a balsa que não paga nada e tiramos umas fotos de longe mesmo, fazer o que... Aí fomos no Rockfeller Center, na loja da NBC, gastei bem menos do que eu imaginava... podia ter tanta coisa a mais ali, mas né, pelo menos economizei.
A gente ia na tão falada Magnolia Bakery, pq o Guga disse que tinha o melhor pudim de banana do mundo. Mas putz, não tem mesa ali, é só pegar e levar, e a gente já tava levando sacolas demais, então nem pensar. Paramos numa pracinha ali, na frente de um banco que não lembro o nome, tem um chafariz, um mooonte de gente ali. Aí uns maloqueiros tacaram a garrafa de cerveja no chão e quebrou. Um maluco se revoltou e veio falar pra gente como aquilo era perigoso, bla bla bla, como se a gente pudesse fazer alguma coisa. Vai atrás do cara e briga com ele, ué.
Aí, fomos na barraca da TKTS. Funciona assim: 3 horas antes dos espetáculos da Broadway (e off-Broadway também), os musicais que não estiverem esgotados têm venda com desconto ali. Queríamos Newsies, mas não tava vendendo ali. Resolvemos pegar The Fantastiks, com o Aaron Carter no papel principal. Guardei os folhetos com foto dele pra autografar e tal (porque esses musicais têm stage door, de onde os atores saem depois do espetáculo pra ver os fãs). Fomos no teatro de Newsies pra comprar pro dia seguinte (sábado), mas já tava esgotado. Fiquei muuuito chateada porque Newsies é um dos meus filmes preferidos, e queria muito ver a versão teatral. Mas fazer o que, né? Aguardamos o horário e lá fomos nós.
Primeira vez assistindo um musical, fomos justamente para um Off-Broadway. O teatro é minúsculo e a gente pegou segunda fila, OUSEJA, os atores ficariam BEM perto da gente. O mocinho mostrou os lugares e entregou o playbill, que é uma revistinha, e uns papeizinhos pequenos, onde tava escrito que o papel do Matt NÃO seria interpretado pelo Aaron naquela noite. COMASSEM? Se tivessem me avisado antes, eu teria pedido o dinheiro de volta, mas a gente já tava ali sentada e tal... enfim, a história é um porre, a menina principal tem uma voz irritante pra caralho e o substituto do Aaron é um banana. Só o El Gallo que era legal. Adorei ele e só. Nem ficamos pra ver os atores depois, de tanta frustração.
Sábado foi o dia de andar, hein... pegamos os endereços de lojas de celular que a Cah queria ver, e dali fomos andando, andando, achei a rua onde tinha a loja de scrap, só que era tipo mais de 20 quadras de onde a gente tava. E fomos andando... e no final das contas era a duas quadras do hotel!!! Sacanagem!! No meio do caminho achamos o Dunkin’ Donuts que a Cah queria provar, e realmente aqueles doces divinos são bem melhores do que eu lembrava. Que delícia! Mil vezes melhor que aquele tal de macaron que todo mundo fala e é ruim e caro. Mas voltando à loja de scrap. Não tem só scrap lá, mas foi o que eu comprei e gastei MUITO. Muito mesmo, foi tanta coisa que quase precisei de uma mala exclusiva só pra material de scap. Mas agora tenho coisas pra bastante tempo e vou sossegar nas compras. Furadores da Martha Stewart, blocos e blocos de papeis, adesivos e enfeites pra encher uma sacola inteira, álbuns, enfim, gastei muito. Depois, descanso? Que nada! Central Park, porque não dava pra ir embora sem visitar. O lugar é GIGANTE. Andamos por mais de uma hora e não vimos nem 20% daquele lugar, nos perdemos (ainda bem que tem mapa por todo lado), e tiramos as fotos mais lindas de NY, o lugar é perfeito pra fotografar, pra levar as crianças, pra fazer uma caminhada, ler, é ótimo pra praticamente tudo.
À noite, Times Square de novo. Nos despedimos do lugar, bla bla bla, e no meio da rua de repente surge uma loja de celulares. A Cah escolheu o modelo, o cara quis me enganar. Me deu um preço e na hora que passou o cartão, o preço deu quase o dobro. Ele quis cobrar, além do imposto, custo pra desbloquear (sendo que eu desde o começo já tinha pedido o preço do celular desbloqueado), custo pra colocar em português, custo pra baixar aplicativos, custo pra tudo. Bati boca com o cara e ele só me deu desconto porque eu tava xingando alto e tinha cliente na loja. Árabe filhodaputa. Mas ainda assim, saiu a metade do preço que tão vendendo esse modelo no Brasil.
E depois dessa aventura, nos despedimos de NY. No dia seguinte começaria a maratona de aeroportos e horas dentro de aviões e, finalmente, casa!
Agora é planejar a próxima viagem. Quem quer ir junto pra Las Vegas em 2014?