Acordamos relativamente cedo e resolvemos visitar o Fan Fair
Hall, no Convention Center. Estávamos achando que seria A feira né, porque o
Convention tem uns 5 andares, acho, mas a feira era só no último andar lá em
baixo, e não tinha muita coisa. A maioria das gravadoras tinha seus estandes,
assim como algumas lojas e alguns artistas.
Muitos distribuíam brindes e davam a chance de se inscrever
pra ganhar um prêmio legal, como violões autografados e até mesmo uma
Silverado. Claro que a gente não ganhou nada disso, mas ganhamos algumas
coisinhas, como foto autografada do Sugarland e encarte do CD novo do Josh
Turner autografado.
Jack Daniels é o whisky mais famoso daqui, porque afinal a
destilaria fica na cidade. Eles tinham um estande também, onde tinha uma
espécie de trailer com um pouco da história da empresa, coisas sobre a
destilaria. Nada demais.
Estávamos frustradas por acharmos que a maioria das sessões
de autógrafos precisaria da pulseira que era dada pra quem tinha sido sorteado
pela internet (e que, claro, não ganhamos nenhuma, inclusive a Sara Evans
estava lá autografando e só olhamos de longe), mas aí como eu conheço o povo
que mais ninguém conhece, vi que o Bucky Covington estava no estande dele
autografando. Lá vou eu, autógrafo, foto. Ele tem uma voz rouca, grossa, até
mais do que quando canta.
Casey James ia autografar, mas antes passou ali na frente do
palco, estava tirando fotos e autografando, lá vou eu esperar. Ele vem, vem...
quando chega a minha vez, um carinha apressa ele e ele tem que ir. Te pego na
saída, Casey. Tô de mal.
Tá, vamos sair daqui porque tá chato. Ao sair no corredor,
passa BEM DO LADO da Camila quem? Sara Evans. Cercada de gente, claro, mas bem
do lado. E ela não viu. Quando menos percebemos, ela já tinha saído.
Fomos para o Country Music Hall of Fame. A fachada é linda,
as janelas parecem um piano! Lá dentro tem um tour que é meio caro, então não
fomos. Demos uma passada rápida e fomos para o Soleil Bella Beach, onde não
cantou ninguém famoso, mas tinha uma área com areia e cadeiras de praia pra
gente ficar descansando.
Fomos para a Broadway (não sei dizer se aquilo é rua ou
avenida, mas pelo que percebi, é a principal da cidade, onde tem lojas, bares,
e onde ficam a Bridgestone Arena e o Convention Center), a Cah viu um cartaz
dizendo que o Casey ia autografar numa tenda no The Buckle (uma parte da
Broadway onde tinha várias tendinhas). Lá vou eu ficar na fila. O cara que
estava organizando falou que não tinha certeza se daria tempo porque ele só
ficaria até as 2. Era 1:30. Fiquei torcendo pra fila andar rápido e finalmente
consegui! Ele é simpático e muito bonito pessoalmente, mas nem de longe tão
bonito quanto o Chuck.
Em seguida, fomos atrás do tal AVenue, que é onde seria a
festa de lançamento do CD da Jana Kramer. Rodamos a Broadway inteira e ninguém
sabia explicar pra gente onde era. E ainda precisávamos achar um adaptador pra
poder ligar o carregador do note.
Lá na 2nd avenue, acho, pedi pra um policial onde tinha uma
loja que vendia isso e enquanto ele ia me explicar, a Cah viu a limo da Jana
Kramer passando, indo pra festa, que eu não fui porque não descobri onde era.
Pelo menos o policial me indicou uma loja que tinha o maldito adaptador. Menos
mal. Voltamos pro hotel, descansamos e bora pro LP Field.
O primeiro show de todas as noites era dos tiozões, então
pulamos esse e aparecemos só pro da Miranda Lambert. Que energia! Pulava,
cantava, tocava violão, guitarra, batia cabelo minhagente! Ela chamou as
pistoleiras, ops, Pistol Annies, pra cantar também. Desta vez, a morena que
nunca lembro o nome não caiu.
No palco acústico (que ficava numa plataforma no meio do
povão e onde os artistas cantavam só 2 músicas cada), Kellie Pickler quase
destruiu meus tímpanos. Just saying.
Próximo show, Jason Aldean. Ele é todo tímido, não falava
muito, mas canta que é uma beleza! Ele até desceu na parte baixa do palco onde
a fila das fotos estava, o primeiro a ir pra galera!
Lady Antebellum me deu arrepios ao cantar Need You Now de um
jeito que eu nunca tinha ouvido antes. PERFEITO! Animaram todo mundo.
Zac Brown Band veio em seguida. Apesar de eu não conhecer muito
o trabalho deles, e de não terem cantado As She’s Walking Away que a Cah queria
tanto ouvir, o show foi muito bom. A harmonia deles é maravilhosa, e são
instrumentistas MUITO bons! Se todos os músicos tocassem 10% do que eles tocam,
o mundo seria melhor.
Lauren Alaina foi o segundo acústico, bem melhor que a picles
azedo, mas não foi nem de perto tão bom quanto os outros shows “maiores”.
Georgia Peaches ficou estranha em versão acústica.
Pra finalizar, o cara que eu mais esperei naquela noite.
Brad Paisley. Animado, afinado, músicas que contagiam... sem palavras pra
descrever! Ele é tão, mas TÃO foda, que foi pra galera também, mas no meio do
solo de guitarra! Foi solar no meio do povo, pegou um violão, autografou ali na
hora e deu pra alguém da plateia. No final, ainda jogou o chapéu.
Depois de um show perfeito, lá vamos nós pra fila do táxi.
Primeiro dia, falta de organização total, o show acabou meia-noite e só fomos
chegar no hotel quase três da manhã. Prometi a mim mesma que no dia seguinte,
não iria correr tanto e assistiria pelo menos um show no Riverfront. Tomei um
analgésico e caí na cama.